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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Contribuições da terapia comunitária para o enfrentamento das inquietações de gestantes

Considera-se que a Terapia Comunitária Integrativa (TCI) vem se constituindo em uma importante tecnologia de cuidado com gestantes, na atenção básica de saúde. Esse é um trabalho pioneiro que oferece contribuição significativa para melhoria da saúde, alívio do sofrimento e das inquietações vivenciadas por ocasião da gravidez, contribuindo também para a construção de uma experiência positiva no processo de parto e nascimento para a mulher e seus familiares.
[...] As mulheres representam 51,2% da população brasileira, constituindo, aproximadamente, 89 milhões. A população feminina é responsável pela maior demanda de ações de saúde, ou seja, as mulheres são as principais usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS)[i] .
Entretanto, o Relatório sobre a Situação da População Mundial aponta que o número de mulheres pobres é superior ao de homens e a carga horária de trabalho das mulheres é maior e pelo menos metade está em atividades não remuneradas[ii]. Essa desigualdade e a sobrecarga de trabalho acarretam prejuízos e agravos à saúde das mulheres.
[...] Práticas de saúde que esvaziam os sujeitos, de suas histórias, falas, singularidades, reproduzindo, de maneira sistêmica, modelos que não condizem com sua realidade favorecem a perpetuação do cenário de discriminação, violência, angústia e ansiedade para as mulheres.
[...] Embora a gestação seja um evento biologicamente normal, cada gravidez é vivida de maneira única por uma mulher e está inserida em um contexto familiar e social específico, logo, é uma vivência tanto individual como grupal e familiar que exigirá o desenvolvimento de novos papéis na busca de sua identidade[iii]-[iv].
[...] A história que cada mulher grávida traz deve ser acolhida integralmente, a partir do relato e da vivência de suas experiências. A assistência pré-natal é, portanto, um momento propício para se discutir, esclarecer e ouvir as inquietações das mulheres[v].
Nos encontros de TCI percebeu-se que as mulheres traziam em si a gestação de vidas, sonhos, dores, esperanças, medos, incertezas, inquietações, além de suas carências clínicas e a ausência de espaços para socializar falas.
[...] A TCI vem sendo desenvolvida em João Pessoa/PB na Unidade de Saúde da Família Ambulantes, sendo parte de um projeto de extensão intitulado: Terapia Comunitária: uma ação básica de saúde mental, em parceria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) vinculado a docentes, do Departamento de Saúde Pública e Psiquiatria (DESPP) /Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf), há mais de dois anos. Neste projeto, busca-se estudar e ampliar o conhecimento sobre a temática, uma vez que, na extensão, a terapia ganha uma repercussão positiva, gerando mudanças para a melhoria da qualidade de vida de seus participantes[vi]. Vêm participando dessa atividade moradores da comunidade, profissionais de saúde da unidade, professores e alunos da graduação e da pós-graduação em enfermagem da UFPB.
[...] A TCI constitui-se de um espaço público aberto, de ajuda mútua, onde se aborda tanto o indivíduo na sua singularidade como no seu contexto social, familiar e cultural. Através da escuta das histórias de vida de cada pessoa, todos se tornam corresponsáveis pela superação dos desafios do dia-a-dia, despertando a solidariedade, a partilha, valorizando-se a dinâmica interna de cada indivíduo e sua capacidade de transformação individual e coletiva[vii].
Os encontros de TCI tecem redes de apoio e despertam possibilidades de mudanças, já que as pessoas da comunidade participam de uma mesma cultura e partilham entre si recursos de comunicação e laços de identidade, apresentando afinidades em seus sofrimentos e a busca de soluções para os mesmos[viii].
A TC como prática de cuidado à saúde se fundamenta nos conceitos de promoção da saúde e prevenção do sofrimento psíquico e está ancorada em cinco fundamentos teóricos conceituais: pensamento sistêmico, teoria da comunicação, pedagogia de Paulo Freire, antropologia cultural e resiliência.
Considera-se a TC uma prática terapêutica pós-moderna crítica, que reconhece as influências do macro contexto, sócioeconômico, político, cultural, de gênero e espiritual, manifestando no micro-contexto familiar e nas organizações comunitárias, um contexto de acolhimento pela alteridade, na qual se tem a visão da pessoa e da comunidade como competentes para a ação e para o agenciamento de escolhas[ix].
A TC é ainda um espaço para ampliação da consciência crítica sobre os dilemas existenciais, em que cada pessoa pode transformar a sua história e o seu sofrimento. A mudança decorre da organização do próprio sistema, nas trocas sociais interativas entre eu e o outro[x].
É, portanto, uma estratégia terapêutica não mais centrada no modelo medicalizado, mas na potencialidade do indivíduo, proporcionando o equilíbrio mental, físico e espiritual, através de uma abordagem sistêmica, aliada a suas crenças e valores culturais. [...]
Terapia Comunitária: um espaço de fala, partilha e cuidado
A TC representou um espaço de promoção da fala e da escuta qualificada, dando oportunidade para as mulheres grávidas vivenciarem momentos de autoconhecimento, dialogando e explorando dimensões interiores mais subjetivas, fomentando um processo de revalorização, produzindo um estilo de vida criativo, singular e mais confiante, como observado nas falas a seguir:
Lá a gente escuta e também fala e isso é interessante (Tulipa).
O que aprendi na terapia me ajudou na maternidade, a manter a calma, a confiar em mim mesma... (Jasmim).
Essas experiências favoreceram a modificação da própria percepção dos sujeitos sobre sua vida e sua capacidade de adequar-se a novos papéis sociais através do desenvolvimento da consciência crítico reflexiva.
Partilhar experiências é a base da TC, que privilegiou ações coletivas de promoção à saúde e tiveram como foco o cuidado à mulher e à família grávida, contribuindo para a valorização e a competência do indivíduo, família e comunidade, em busca da superação das inquietações do dia-a-dia, como relata Rosa:
Lá eu aprendi que temos que falar as coisas que estão nos fazendo mal. Temos que colocar para fora pra encontrar solução.
Entende-se que a gravidez é um período de transição que faz parte do processo normal do desenvolvimento humano, em que há grandes transformações, não só no organismo da mulher, mas na sua estrutura psicossocial.
É o período de maior incidência de transtornos psíquicos na mulher, como depressão, baixa autoestima e ansiedades, necessitando de um cuidado integral para manter ou recuperar o seu bem-estar. Além disso, é sabido que prejuízo na saúde mental da gestante também altera a relação mãe-filho e, futuramente, o desenvolvimento da criança[xi].
Oferecer a terapia na Unidade de Saúde da Família garantiu-lhes um espaço de fala, as gestantes puderam participar de num clima de confiança e corresponsabilidade, expondo suas inquietações, alegrias, dúvidas e certezas por meio de uma interação com os profissionais.
Sobre isso Dália fala: (...) é uma oportunidade de falar sobre as dúvidas que passa na gravidez, e não dá tempo para falar na consulta do pré-natal porque é rápida. 
Esse espaço de fala permitiu, dessa maneira, às mulheres grávidas buscarem soluções juntamente com esses profissionais e demais participantes da terapia, já que a informação circulou de forma emancipadora.
Vejamos esse pensamento no discurso de Flor: (...) Na consulta não dá tempo falar de tudo porque também é muita gente ... Já na terapia dá tempo de falar da gente, trocar experiências de outras gravidezes, escutar as queixas de outras gestantes e ainda relaxar, fazer massagens ...  o que não dá tempo falar na consulta do posto eu falo lá para me aliviar e isso tem resolvido.
Sendo assim, a TC foi um espaço para se falar das coisas do dia-a-dia que tiram o sono dessas mulheres, favorecendo a partilha de dificuldades com todo o grupo, sua história, seus medos, suas preocupações, como também, suas competências. Eis o que Flor fala sobre isso:
Nos encontros... conversamos sobre o que está aperreando o juízo ... ou preocupando.. O melhor que acho da terapia são as conversas. Porque falo o que está na cabeça perturbando, a gente escuta outras mulheres grávidas que passam ou já passaram por coisas parecidas com as nossas e nos dão força pra vencer.
Como uma das regras da terapia é não dar conselhos cada um falou da sua própria vivência, gerando uma troca de experiência, um momento de partilha onde cada uma pode ir selecionando, da experiência do outro, aquilo que servia para si. Na sua fala, Dália diz: Falei de meus medos na terapia e escutei outras mulheres que também estão grávidas, então, trocando essa experiência, a gente vai superando e diminuindo a ansiedade.
Esse processo proporcionou às colaboradoras desmistificar seus sofrimentos e deu-lhes abertura para compreender outras dimensões da vida comunitária solidária, na escuta dos problemas das outras mulheres participantes e até mesmo possibilitou-lhes ressignificar sua própria inquietação, como encontrado nas seguintes falas:
Vendo como as outras resolveram os seus problemas, os medos, a gente vai se aliviando, vai vendo que também podemos resolver. E assim, aprendo sobre a gravidez, me conheço mais (Flor).
(...) Gosto da terapia porque vejo que meus problemas se tornam coisa simples perto dos outro. (Rosa).
Ressalta-se, que a disponibilidade para ouvi-las com uma postura de acolhimento foi um requisito importante para a ação preventiva. Sobre isso Girassol corrobora: “[...] lá na terapia a gente se sente acolhida.”
Através de cada fala, de cada história compartilhada e do desabafar dos problemas, as participantes compreendem mais a si mesmas e aos outros e saem de lá com um sentimento de pertencimento  ̶  o grupo é lócus de agregação - e de alívio, como encontrado nas narrativas apresentadas pelas depoentes:
(...) é um apoio mesmo que nós precisamos, e isso a terapia ajuda, para dar forças e seguir em frente, pois percebemos que não estamos sozinhas... (Girassol).
(...) a terapia tem ajudado nas conversas porque tem momentos para falar o que está me aperreando e também escuto outras experiências parecidas com a minha e vejo que não estou sozinha (Margarida).
A terapia renovou a esperança em mim. Vi que essa é a dificuldade que tenho e que eu posso enfrentar e sei que cada mulher carrega a sua dificuldade e quando nos juntamos lá podemos falar tudo que está nos angustiando e ter forças, apoiando uma na outra e vamos superando tudo (Gardênia).
Essas experiências na TC despertaram nas participantes a resiliência, o que contribuiu para o empoderamento, já que as tornam capazes de suscitar suas habilidades e recursos para ganhar poder sobre sua vida – autoconfiança. Isso é visto na fala de Tulipa:
Depois que saí de lá, fiquei me sentindo capaz de enfrentar qualquer dificuldade da vida, saí mais aliviada. Aprendi que construir pensamentos positivos mentalmente nos dá força para superar os problemas, os medos. Tenho usado isso e tem me ajudado muito, não só nas coisas da gravidez, mas em qualquer outra situação da vida. 
Percebe-se o significado do empoderamento presente nessas falas, garantindo um “ganho de poder”, sendo esse poder traduzido como habilidade de agir e criar mudanças conscientes, permitindo às participantes despertarem para um significado que mude sua condição de sofrimento[xii].
Na fase de acolhimento da TC com as gestantes, foram incluídos exercícios físicos, relaxamentos, brincadeiras, músicas, técnicas de respiração e massagens. Tudo isso contribuiu como intervenção para o relaxamento das participantes e lenitivo dos sofrimentos. Sobre isso as depoentes relatam:
(...) Gosto dos relaxamentos, dos exercícios e da respiração. Acho importante porque me ajudam com minhas dores (Flor).
E na terapia eu falo, escuto e tenho aprendido... Os exercícios de respiração, as posições pra hora do parto, sobre as massagens e eu sei agora que posso escolher a melhor posição para mim e eu posso decidir isso (Dália).
Aprendi os exercícios, apesar das pernas doerem um pouco, eu tenho feito aqui e em casa (Rosa).
Eu gostei de tudo, é um incentivo que nos fortalece. Me preparou mais e encorajou a me cuidar para ter uma boa gravidez. Aprendi as massagens, ri com as brincadeiras ... (Tulipa).
Constatou-se que as brincadeiras proporcionaram uma descontração e despertou um riso suave diante das inquietações e sofrimentos de uma vida de privações e batalha pela sobrevivência. As músicas e orações ajudaram as gestantes a minimizar suas ansiedades, e, assim, poderem encontrar o melhor caminho para viver a gestação com mais equilíbrio e terem um parto tranquilo e consciente. Já as massagens e o relaxamento auxiliaram na descoberta de suas transformações, amenizando medos, além de proporcionarem o contato com o filho. Esses contatos fortalecem as experiências agradáveis que ficam registradas no psiquismo do feto.
O exercício físico possibilita um melhor controle corporal, beneficiando o estado de humor e prevenindo desordens típicas da gestação. Já o relaxamento e os métodos psicoprofiláticos auxiliam a mulher a lidar com as vivências e cuidar de si durante essa fase, como também prepará-la para o parto e a maternidade[xiii].
Essas atividades vinculadas ao pré-natal proporcionam tanto o bem-estar físico quanto o psicológico e com conseguinte melhora do aspecto emocional, promovendo, na gestante, a autoconfiança e elevando sua autoestima, amenizando as dores físicas, como também as dores da alma.
Diante das falas das colaboradas, percebeu-se que quanto mais as gestantes se concentravam em si mesmas e nos seus processos internos iam superando ou aliviando mais facilmente suas ansiedades e entrando em sintonia consigo mesmas, com o bebê e com suas mudanças, como afirma Girassol:
No meu dia-a-dia a terapia ensinou muitas coisas... Lá aprendi que tenho que colocar para fora o que está me preocupando. Quando a gente fala já melhora... Me ajudou a valorizar o meu relacionamento com minha família ... a equilibrar as coisas dentro da minha casa e ainda ajudou nas conversas com meu filho para ele entender a vinda de um irmãozinho (Girassol).
Essas intervenções, durante as terapias comunitárias, estabeleceram um cuidar mais humano e harmônico entre profissionais e gestantes. O ser humano é um ser de cuidado, é um ser que tem sentimentos, inclusive é isso que o diferencia da máquina e que o torna humano[xiv]. A capacidade de envolver-se, de dar e receber afeto. É o cuidado que se situa na lógica do afeto, numa relação de convivência que engloba o modo de ser do ser humano[xv].
É a partir do cuidado com o outro que o ser humano desenvolve a dimensão da alteridade, do respeito e de valores fundamentais da experiência humana.
Destarte, nos encontros de TC buscou-se resgatar essa característica do ser humano.
A grande demanda nos serviços de saúde torna o momento da consulta pré-natal algo rotineiro, não favorecendo um cuidar eficaz e se não são problematizadas as ações cotidianas, pode-se reproduzir a reificação nesses atendimentos. 
Soma-se a isso o fato que muitos profissionais vêm de uma formação centrada extremamente na dimensão biológica, o que acaba favorecendo o distanciamento com o cliente. A ineficácia do modelo fechado da biomedicina em modificar a dinâmica do adoecimento e alívio dos sofrimentos desafia muitos profissionais a experimentarem novas práticas em saúde e implantarem novas tecnologias do cuidar (8). A experiência da TC com gestantes foi uma estratégia de enfrentamento dessas problemáticas como se evidencia nas falas de Margarida e Gardênia:
Às vezes, não dá para esclarecer tudo na consulta, porque são muitas mulheres grávidas e lá dá tempo para tudo (Margarida).
Muitas pessoas pensam que as mulheres grávidas só precisam de exames, mas estão enganadas. É através da Terapia Comunitária que vejo que para nós, grávidas, precisa existir esse tipo de atividade, de ser escutada  (Gardênia).
A experiência da TC inserida nas atividades da USF - Ambulantes favoreceu uma nova perspectiva de interpretação dos acontecimentos diários, cultivando-se um estado reflexivo em que a fala e os gestos rotineiros passaram a ser questionados e ressignificados, valorizando-se aspectos relativos às trocas de saber e à interpretação consciente da teia de significados simbólicos presentes nos comportamentos, nas reações, nos discursos e sentimentos.
Nessa perspectiva, houve uma prática de cuidar humanizada e transformadora, onde o relacionamento interpessoal foi um dos elementos que permeou esse processo, em um clima de envolvimento entre todos nós, profissionais de saúde e a comunidade, ou seja, um verdadeiro espaço de inclusão social, de respeito às diferenças, como relatam Violeta e Rosa:
A confiança é importante porque nos deixam a vontade de falar sobre tudo, e assim saio da terapia com coragem... para enfrentar qualquer medo e tirar ele da cabeça  (Violeta).
E quando a gente fala num ambiente que as pessoas escutam direitinho o que estamos dizendo, onde dão atenção, aí é diferente. Eu me senti melhor, mais tranquila, as preocupações nos deixam, eu estou tão “relax”... A terapia comunitária me relaxou... (Rosa).
[...] Nas narrativas das gestantes, percebeu-se a TC como uma estratégia de enfrentamento das suas inquietações, na medida em que se constituiu em um espaço de promoção à saúde, aliviando o sofrimento através da fala, da escuta e da partilha das experiências de vida, possibilitando a construção de um espaço de reflexão e autoconhecimento individual e coletivo.
Considerações Finais
Inserida na comunidade, a TC faz apreender que cada gravidez tem sua história permeada de significados que determinam como as mulheres, a família e comunidade vivenciam esse processo. Através desse entrelaçamento de saberes não se pode querer entender a gravidez a partir de uma visão exclusivamente biológica. Ao contrário, a experiência mostrou a necessidade da transdisciplinariedade das ações para o cuidado situado em cada contexto histórico e em cada cultura.
A socialização das experiências da TC e o conhecimento advindo dos recursos dos próprios indivíduos, das famílias e da comunidade, somam-se na construção de um verdadeiro exercício de liberdade, através da ampliação da consciência da população em relação aos seus direitos. Além disso, fomenta a aquisição de recursos para o desenvolvimento de ações educativas para o autocuidado, para o despertar do empoderamento e da resiliência individual e comunitária, articulando a circulação de informações em um trabalho criado coletivamente.
Este estudo recomenda a TC como uma ação de saúde comunitária, para ser incluída na rede de atenção básica do SUS podendo ser inserida na agenda das unidades de saúde, pois proporciona o acolhimento da comunidade, o fortalecimento de vínculos, a construção de teias de solidariedade e favorece o respeito e a comunicação entre o saber popular e o saber científico.
Enfim, a intervenção da TC com as gestantes representou um trabalho pioneiro, contribuindo para a melhoria da saúde das mulheres bem como contribuiu para a redução de perturbações psicossomáticas na medida em que socializou informações relevantes para que as mulheres pudessem encontrar suas próprias estratégias de enfrentamento para suas dificuldades cotidianas.


[i]  Ministério da Saúde (BR). Presidência da República. Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Plano Nacional de Políticas para as Mulheres. Brasília (DF); 2004.
[ii] Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Atenção à Saúde. Políticas Nacionais de Atenção Integral à Saúde da Mulher: Princípios e Diretrizes. 1ª edição. Brasília (DF); 2004.
[iii] Burroughs A. Uma introdução à enfermagem materna. 6ª edição. Porto Alegre: Artes Médicas; 1995.
[iv] Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Atenção à Saúde. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada – Manual técnico. Brasília (DF); 2005.
[v] Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Políticas de Saúde. Assistência pré-natal. 3ª edição. Brasília (DF); 2000.
[vi] Ferreira Filha MO. Terapia Comunitária: uma ação básica de saúde mental. Projeto de Extensão (PROBEX), UFPB/CCS/DESPP; 2006.
[vii] Barreto A. Terapia Comunitária passo a passo. Fortaleza (CE): Gráfica LCR; 2005.
[viii] Barreto A, Rivalta M. Treinando as Etapas da Terapia Comunitária. Fortaleza (CE): [s.n.]; 2004.  
[ix] Grandesso MA. Terapia Comunitária: uma prática pós-moderna crítica – considerações teórico-epistemológicas. In: Anais do 3º Congresso Brasileiro de Terapia Comunitária; 2005 pp.44– 45.
[x] Maldonato MT, Dickstein J, Nahoum JC. Nós estamos grávidos. 12ª edição. São Paulo (SP): Saraiva; 2002.
[xi] Wilheim J. O que é psicologia pré-natal. 3ª edição. São Paulo (SP): Casa do Psicólogo; 1997.
[xii] Vasconcelos EM. O poder que brota da dor e da opressão: empowerment, sua história, teorias e estratégias. São Paulo (SP): Paulus; 2003.
[xiii] Afonso CE, Cabral SB. A atividade física no pré-natal e no parto como forma de relaxamento e alivio da dor. Revista saúde coletiva. São Paulo (SP) 2005 set; 2(7).
[xiv] Dahlke R, Dahlke M, Zahn V. O caminho para a vida: gravidez e parto levando em conta o ser humano como um todo.  São Paulo (SP): Cultrix; 2005.
[xv] Boff L. Saber cuidar: ética do humano: compaixão pela terra. 7ª edição. Petrópolis (RJ): Vozes; 2001.

Fonte: Holanda VR, Dias MD, Ferreira Filha MO. Contribuições da terapia comunitária para o enfrentamento das inquietações de gestantes. Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on line] 2007 Jan-Abr; 9(1): 79-92. Available from: URL: http://www.fen.ufg.br/revista/v9/n1/v9n1a06.htm

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